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COMPANHIA DOCAS DE SANTOS
Categorias
Longa-metragem / Silencioso / Não ficção

Material original
35mm, BP, 86min20seg, 1860m, Tingimento e Viragem

Data e local de produção
Ano: 1925-1928
País: BR


Sinopse
"Realizado por uma equipe não identificada, o filme retrata a movimentação de estivadores no cais, as ferrovias que servem o porto, os abastados passageiros dos transatlânticos e as modernas máquinas da Companhia Docas de Santos, empresa concessionária do porto desde 1888. A parte final se concentra na usina hidrelétrica de Itatinga e na vila de mesmo nome para funcionários da usina". (Extraído de Itaú Cultural Play)
O cais do porto de Santos com seus 4.720 metros de extensão. A movimentação de estivadores no cais, os galpões das oficinas mecânicas e a fundição, montagem e carpintaria da Companhia Docas de Santos, empresa concessionária do porto desde 1888. Busto de Guilherme Benjamin Weinschenck, engenheiro brasileiro responsável pelos projetos das obras da Companhia. A saída dos operários das oficinas para o almoço e o lançamento de pequeno barco ao mar. As ferrovias da São Paulo Railway que servem o porto. A descarga e o carregamento de navios feitos com o auxílio de guindastes. O embarque de carne congelada da Companhia Continental, e de passageiros transportados em trem da São Paulo Railway, no transatlântico Andes da Mala Real Inglesa - as manobras de saída desse navio, auxiliado por um rebocador. A atracação do navio francês Lutetia. Os reservatórios de óleo combustível do porto. A chegada do café em carroças e caminhões e a esteira que transporta as sacas até os paquetes norte-americanos Vandyck e Pan America. Aspectos dos armazéns, do frigorífico e dos escritórios da companhia. A pedreira localizada em Jabaquara, cujas britas são transportadas por via férrea. A usina hidrelétrica de Itatinga e a vila de mesmo nome para funcionários da companhia que trabalham na usina, aspectos como a casa dos engenheiros, o posto médico e a Escola Docas de Santos para os filhos dos empregados.
Gênero
Documentário
Termos descritores
Porto; Embarcação; Trabalho
Descritores secundários
Ferrovia; Transporte coletivo; Transporte de carga; Café; Extrativismo; Energia; Escola; Monumento; São Paulo Railway; Andes - embarcação; Mala Real Inglesa; Royal Mail Steam Packet; Frigorífico Continental; Lutetia - embarcação; Vandyck - embarcação; Pan America - embarcação; Energia elétrica; Usina Hidrelétrica de Itatinga; Escola Docas de Santos; Gaffreé, Cândido - organizador da Companhia Docas de Santos; Guinle, Eduardo Palassin - organizador da Companhia Docas de Santos; Weinschenck, Guilherme Benjamin - busto
Termos geográficos
Santos - SP; Jabaquara, Santos - SP; Canal de Bertioga - SP; Rio Itapanhaú - SP; Itatinga - SP

Conteúdo examinado: S
Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Doc
CB/Descrição plano a plano
Site, Novo Milenio, disponível em: www.novomilenio.inf.br/porto, acesso em: 03.06.2009.
Site, Câmara de Osasco, disponível em: www.camaraosasco.sp.gov.br/osasco/industrias, acesso em: 03.06.2009.
Site, Estações Ferroviarias, disponível em: www.estacoesferroviarias.com.br, acesso em: 03.06.2009.
Site, Itaú Cultural Play, disponível em: https://www.itauculturalplay.com.br/, acesso em: 27.04.2022.
Fontes consultadas:
Site, Porto de Santos, disponível em http://www.portodesantos.com.br/, acesso em: 07/04/2010.
Site, Docas S.A., disponível em: http://www.docas.com.br/interna_01_form.html, acesso em: 10/04/2010.
Site, Ancine, disponível em: http://sad.ancine.gov.br/obrasnaopublicitarias/pesquisarCpbViaPortal/pesquisarCpbViaPortal.seam, acesso em: 28.04.2022.
Observações:
CB/Descrição plano a plano informa que o material examinado, apesar de completo e de apresentar uma divisão em quatro partes, não fornece créditos de produção do filme. E indica que a extensão do cais citada na película, com 4.720 metros, manteve-se até 1928; e que a <Usina de Itatinga> forneceu energia para a cidade de São Paulo por ocasião da seca ocorrida em 1925, fato também mencionado na película. A partir desses dados, presume-se uma datação entre 1925 e 1928.
A mesma fonte menciona que o Frigorífico Continental, em 1934, passou a denominar-se <Frigorífico Wilson do Brasil S.A.>.
Site Estações Ferroviarias informa que em 1946, quando terminou a concessão da São Paulo Railway aos investidores ingleses, esta passou a denominar-se <Estrada de Ferro Santos-Jundiaí>.
Restaurado pela Cinemateca Brasileira no projeto <Resgate do Cinema Silencioso Brasileiro> / <CEF> - <Caixa Econômica Federal>, 2007-2008.
Site Ancine não possui número de Certificado de Produto Brasileiro para esta obra.




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