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Cartaz
DI CAVALCANTI DI GLAUBER

Outras remetências de título:
NINGUÉM ASSISTIU AO FORMIDÁVEL ENTERRO DE SUA ÚLTIMA QUIMERA, SOMENTE A INGRATIDÃO, ESSA PANTERA, FOI SUA COMPANHEIRA INSEPARÁVEL; DI (DAS) MORTES
Categorias
Curta-metragem / Sonoro / Não ficção

Material original
35mm, COR, 17min, 466m, 24q

Data e local de produção
Ano: 1977
País: BR
Cidade: Rio de Janeiro
Estado: RJ


Data e local de lançamento
Data: 1977.03.11
Local: Cinemateca do MAM, Rio de Janeiro - RJ


Circuito exibidor
Exibido no Rio de Janeiro a 11.06.1979, no Roma-Bruni; a 11.06.1979, no Rio Sul; a 11.06.1979, no Bruni-Copacabana; a 11.06.1979, no Bruni-Tijuca.
Sinopse
"Glauber Rocha faz uma homenagem ao arísta plástico Di Cavalcanti. Além de falar sobre o amigo morto, o cineasta, fala de arte e política, por cima de uma colagem de imagens." (Adorocinemabrasileiro/site)
Gênero
Documentário
Termos descritores
Morte; Cavalcante, Emiliano Di; Artes Plásticas
Descritores secundários
Pintura
Termos geográficos
Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro - RJ
Prêmios
Prêmio Especial do Júri no Festival de Cannes, 30, 1977 - FR.
Produção
Companhia(s) produtora(s): Embrafilme S.A.
Produção: Moreira, Ricardo

Direção
Direção: Rocha, Glauber
Assistência de direção: Moreira, Ricardo

Fotografia
Direção de fotografia: Carneiro, Mário; Estrela, Nonato

Montagem
Edição: Pires, Roberto

Locação: Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro - RJ; Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro - RJ
Identidades/elenco:
Barcelos, Joel
Montini, Marina
Pitanga, Antonio
Diegues, Carlos
Farias Jr., Miguel
Pires, Roberto
Locução:
Rocha, Glauber

Conteúdo examinado: N
Fontes utilizadas:
Adorocinemabrasileiro/site, acessado em 11.02.2005 às 14h55min
Press-release
INC/CESD
Fontes consultadas:
CA/AF
Observações:
Adorocinemabrasileiro/site informa que "a idéia do filme surgiu de uma proposta mútua de homenagens entre o artista plástico e o diretor: Di Cavalcanti teria dito que pintaria Glauber se o diretor morresse antes dele. E que gostaria que o amigo filmasse seus funerais, caso contrário. (...) O título internacional é <DI CAVALCANTI> e tambem é conhecido como <DI-GLAUBER> e <DI CAVALCANTI DI GLAUBER>. (...) A exibição do filme foi interditada pela justiça desde 1979, quando da conceção de liminar pela 7ª Vara Cível, ao mandado de segurança impetrado pela filha do pintor, <Cavalcanti, Elizabeth Di>. De acordo com uma reportagem publicada no jornal O Globo do dia 12.06.1979, dia seguinte à proibição, 'DI' chegou a passar nas sessões das 14h e 16h em alguns cinemas da cidade. Mas às 18h, o oficial de Justiça Walter Coelho Fanti e o advogado de Elizabeth Di Cavalcanti, Eduardo Mattar, chegaram ao cinema Rio Sul, onde haveria projeção com a presença de Glauber e convidados. As latas com o filme foram lacradas e recolhidas ao Museu da Imagem e do Som. Chegou a ser exibido duas vezes na televisão, na <TVE> do Rio, antes de sua proibição, e na <Bandeirantes>, num especial sobre o diretor, que foi ao ar depois de sua morte. Mais de 20 anos depois de ter sua exibição proibida através de uma liminar, o filme pode voltar a ser exibido. Não porque tenha sido liberado, enfim, pela Justiça, mas simplesmente porque nunca esteve legalmente impedido. O advogado José Mauro Gnaspini defendeu uma tese de mestrado sobre direito autoral na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Segundo Gnaspini - que reconstituiu a ação a partir de fragmentos espalhados por escritórios de advocacia do Rio, pois o processo havia desaparecido do Arquivo Público da cidade - não existem fundamentos jurídicos para a interdição e o filme pode ser liberado, imediatamente, para exibições. O filme nunca chegou realmente a ser proibido. A ação ocorreu só contra a Embrafilme. Glauber, que tinha direito inalienável sobre a obra, não sofreu um processo."
Press-release informa que o "quilométrico título" foi tirado de um poema de <Anjos, Augusto dos>.
A mesma fonte informa que o filme foi exibido no início de 1977 na cinemateca do <Museu de Arte Moderna - RJ> para cerca de 500 cinéfilos. Informa, ainda, que <Rocha, Glauber> realizaou o filme com cerca de 900 metros de película colorida virgem que conseguiu com amigos e com uma câmara emprestada por <Santos, Nelson Pereira dos>.
INC/CESD indica 20 minutos de duração e a existência de material em 16mm.
<Moreira, Ricardo> também grafado como <Moreira, Ricardo "Pudim">.




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