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O MISTÉRIO DO DOMINÓ PRETO

Outras remetências de título:
MISTÉRIO DO DOMINÓ NEGRO; DOMINÓ PRETO; O MISTÉRIO DO DOMINÓ; O SEGREDO DO DOMINÓ PRETO
Categorias
Longa-metragem / Silencioso / Ficção

Material original
35mm, BP, 16q

Data e local de produção
Ano: 1930
País: BR
Cidade: São Paulo
Estado: SP


Data e local de lançamento
Data: 1931.02.09
Local: São Paulo
Sala(s): Paratodos


Circuito exibidor
Exibido em Curitiba em 1931: a 04.07 no Avenida, e em São Paulo de 09 a 14.02 no Paratodos; a 17.02 no Coliseu; a 19.03 no Espéria; a 08.04 no América; e a 17.04.1931 no Oberdan.
Exibido em São Paulo de 09 a 14.02.1931 no Paratodos; a 17.02 no Coliseu; a 19.03 no Espéria; a 08.04 no América; e a 17.04.1931 no Oberdan.
Sinopse
No fim do primeiro dia de carnaval Marcos regressou ao quarto que ocupava com seu colega Virgilio, ambos estudantes de Medicina e ao abrir o guarda-roupa deparou-se com o cadáver de uma mulher, um dominó preto, jovem de aproximadamente 26 anos. Neste momento chega Virgilio. Marcos acusa-o de assassino.
Virgilio explica toda a situação: a morta era Cleo, a esposa do comendador Fernando Almeida. Vira-a no corso, na Avenida; ela o chamara ao seu carro e dissera-lhe que fora envenenada. Virgilio tentou reanimá-la mas Cléo morreu após contar que fora envenenada pelo amante Renato, durante um encontro no Trianon. No encontro, Renato vestia um dominó preto igual ao de Cleo e seu rosto estava coberto por uma máscara.
Marcos questiona Virgilio sobre a veracidade da história. Virgilio diz que já conhecia Cleo e que ambos mantiveram um romance por algum tempo. Os dois amigos concluem então que precisavam localizar o amante de Cleo.
Virgilio consegue aproximar-se de um certo Tenente Renato que confirma o relacionamento com Cleo e diz que solucionará o caso. Pouco depois a noiva do tenente, Alice, muito nervosa, confessa que matou Cleo, mas o tenente tenta assumir o crime.
No dia seguinte, Marcos e Virgilio procuram alguma notícia nos jornais. Descobrem, então, que o assassino fora o irmão de Alice, Julio, que após escrever sua confissão, suicidara-se. (Resumo da estória publicada in Cinearte, 21.01.1931)
Gênero
Drama
Termos descritores
Carnaval; Crime
Descritores secundários
Universidade; Medicina
Termos geográficos
São Paulo - SP; Avenida Paulista, São Paulo - SP; Trianon, São Paulo - SP
Produção
Companhia(s) produtora(s): Épica Filme
Produção: MacReni, Laes

Direção
Direção: Verberena, Cléo de

Direção de arte
Letreiros: Belmonte

Identidades/elenco:
Verberena, Cléo de (Cleo)
Oliveira, Nelson de (Marcos)
Mayer, Rodolfo (Tenente Renato)
Reni, Laes (Virgilio)
Dumas, Emilio (Comendador Fernando)
Vera, Lina (Noiva de Renato)
Déa, Lucy

Conteúdo examinado: N
Fontes utilizadas:
Cinearte
JCB/OESP
MRG/CCP
Fontes consultadas:
ACPJ/I
AV/ICB
FCB/FF
AV/FF
JRT/MPTC
MAM/78
MAM/Retrospectiva Rodolfo Mayer
EOQ/ASM, 11.10.1932
JN/Manivela
CEPA/CBCP, citando Diário da Tarde, 03.07.1931 e Gazeta do Povo, 04.07.1931, Curitiba
Observações:
JN/Manivela informa que o filme "foi a única produção da <Épica Filmes>", empresa fundada por <Verberena, Cleo de>.
ACPJ/I fornece os seguintes dados: argumento de <Almeida, Canuto Mendes de>; o operador <Garcia, Ramon>; montagem de <Tartari, Aquiles> e no elenco inclui <MacReny, Lais>.
AV/FF informa que o diretor de fotografia pode ter sido <Tartari, Aquiles> ou <Garcia, Ramon>.
JRT/MPTC aponta que foi filmado "no interior de uma garagem".
Cinearte de 4.05.1930 indica como companhia produtora a <Spia Filme>, não confirmado nos números seguintes.
JN/Manivela: "primeiro filme brasileiro dirigido por uma mulher".
Fotografias: Cinearte, 21.05, 04.06, 23.07, 06.08, 03.09, 10.09, 17.09, 05.11, 26.11, 03.12.1930; 14.01, 21.01, 25.02.1931. JN/Manivela, p. 254-5.




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