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Fotos
Cartaz
AZYLLO MUITO LOUCO
Categorias
Longa-metragem / Sonoro / Ficção

Material original
35mm, COR, 100min, 2.745m, 24q

Data e local de produção
Ano: 1970
País: BR
Cidade: Parati
Estado: GB


Data e local de lançamento
Data: 1970.11.29
Local: São Paulo


Circuito exibidor
Exibido no Rio de Janeiro a 12.1971, no Metro, no Lagoa e no Drive-In.
Sinopse
Em Paraty, homem anuncia a chegada do padre Simão à cidade. Na praia, multidão acompanha chegada do padre. Dona Evarista lhe mostra a igreja da cidade. O padre realiza sermão que atrai boa parte da população local. Em conversa com dona Evarista, propõe a construção de um hospício onde pretende realizar estudos sobre a loucura. Nas ruas da cidade, tenta arrecadar contribuições para a realização da obra enquanto, nas calçadas, alguns homens condenam sua atitude. O hospício da Casa Verde fica pronto e Simão solicita a presença do doutor Crispim ao local para fazer-lhe um convite. Ele pede que o doutor o ajude a administrar a casa. Muitos loucos se apresentam à Casa Verde, fato que levanta suspeitas de que muitos estão se internando apenas para fugir do trabalho e conseguir um prato de comida. Insatisfeitos, um grupo de pessoas pede auxílio a Porfírio e organiza uma revolta para destruir a Casa Verde e expulsar o padre, que não mostra resistência. Simão propõe a Porfírio e aos outros uma nova etapa em seus estudos. Apoiando-se no fato de que a maioria da população está internada no hospício, ele defende a idéia de que quem deve ser internado são as pessoas mentalmente "saudáveis". Porfírio e os demais aceitam a proposta de Simão e oferecem-se de cobaia para o novo experimento. Evarista e Crispim também se internam na casa. Parte do grupo, descontente com os métodos do padre, organiza uma revolta liderada pelo capitão Arcanjo, que prende Simão e liberta Porfírio, mantendo os demais presos na casa. O padre Simão diz que o tratamento chegou ao fim e todos são libertados, porém, conclui que ninguém está totalmente curado. Em reunião na Casa Verde, o padre é diagnosticado como louco. Dona Evarista tem um ataque e é acudida pelos outros. O grupo deixa a casa despedindo-se do padre, que continua a reger sua orquestra de loucos.
Gênero
Comédia
Termos descritores
Literatura
Prêmios
Prêmio Luis Buñuel no Festival de Cannes, 23, 1970 - FR..
Melhor fotografia, Melhor figurino e Prêmio Carmen Santos, do INC - Instituto Nacional do Cinema por Melhor produção no Festival de Brasília, 6, 1970, Brasília - DF.
Produção
Companhia(s) produtora(s): Nelson Pereira dos Santos Produções Cinematográficas; Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas; Produções Cinematográficas R. F. Farias; Difilm - Distribuição e Produção de Filmes Brasileiros Ltda.
Produção: Santos, Nelson Pereira dos; Barreto, Luiz Carlos; Farias, Roberto; Thedim, César
Direção de produção: Marques Filho, Irênio
Produtor associado: Castro, Roberto de; Dias, João Medrado
Assistência de produção: Nunes, Francisco; Silva, João José da; Soares Filho, Mario

Produção - Dados adicionais
Motorista: Castro, Kleber de; Rosendo, Gelson

Distribuição
Companhia(s) distribuidora(s): Ipanema Filmes

Argumento/roteiro
Roteiro: Santos, Nelson Pereira dos

Estória: Baseada no conto <Alienista, O> de <Assis, Machado de>

Direção
Direção: Santos, Nelson Pereira dos
Assistência de direção: Lacerda, Luiz Carlos; Camuyrano, Carlos Alberto

Fotografia
Direção de fotografia: Lutfi, Dib
Câmera: Lutfi, Dib; Noel, Rogério
Fotografia de cena: Botino, Marco Fernando

Dados adicionais de fotografia
Eletricista: Dórea, Sandoval

Som
Técnico de som: Colasanti, Arduino; Santos Filho, Nelson Pereira dos

Montagem
Montagem: Valverde, Rafael Justo
Assistente de montagem: Camuyrano, Carlos Alberto

Direção de arte
Figurinos: Ripper, Luis Carlos
Cenografia: Ripper, Luis Carlos
Títulos de apresentação: Surtan

Dados adicionais de direção de arte
Costureira: Bede, Fernando
Guarda-roupeira: Barros, Maria de; Silvino, Olga; Alvarenga, Alva
Vestuário: Ripper, Luis Carlos

Música
Música: Vaz, Guilherme Magalhães

Identidades/elenco:
Parente, Nildo (Padre Simão Bacamarte)
Ribeiro, Isabel (D. Evarista)
Colasanti, Arduíno (Porfírio)
Stefânia, Irene (Luizinha)
Colasanti, Manfredo (Juiz de Paz)
Dantas, Nelson (Sacristão)
Kléber, José (Crispim Soares)
Magalhães, Ana Maria (Prima do Costa)
Arcanjo, Gabriel (Capitão)
Lacerda, Luiz Carlos
Ferreira, Roberto
Castro, Roberto de
Portela, Antonio Carlos
Vidal, Antonio
Delachaume, Roberto
Botino, Marco Fernando
José, João
Gibrail, Jose Paulo
Povo de Paraty
Participação especial:
Diniz, Leila(Eudóxia)

Conteúdo examinado: S
Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
ALSN/DFB-LM
Guia de Filmes, 36
Cineclube Macunaíma, n. 42, p. 4, 1974
Jornal do Brasil, 03.12.1971
CA/AF
Fontes consultadas:
ACPJ/II
FBR/16
Jornal do Brasil, 13.02.1969
Correio da Manhã, 14.02.1969
FBR/6
Observações:
Guia de Filmes 36 indica ser o oitavo longa-metragem de <Santos, Nelson Pereira dos> e o primeiro em cores; informa ainda sobre a estréia em 02.12.1970, no Rio de Janeiro "em seis salas de primeira".
ACPJ/II indica a distribuição da <Difilm>; apresentação da <Ipanema Fimes>; sonografia de <Costa, Juarez D.> e a canção "<Hino da Carta>".
Jornal do Brasil de 03.12.1971, indica "participações especiais" de <Dantas, Nelson>; <Magalhães, Ana Maria> e <Colassanti, Manfredo>.
Jornal do Brasil de 13.02.1969, informa que "<Santos, Nelson Pereira dos> começou hoje, em Angra os Reis, as filmagens da comédia <DE MÉDICO E DE LOUCO, CADA UM TEM UM POUCO>, que é o título final dado ao conto <Alienista, O>, de <Assis, Machado de>, no qual se baseia a película".
Correio da Manhã de 14.02.1969, informa que o filme foi "anunciado sob o título <DE MÉDICO E DE LOUCO CADA UM TEM UM POUCO>".
FBR/6 aponta <Ipanema Films> como companhia produtora.
CA/AF informa que o filme fez parte de uma retrospectiva sobre Nelson Pereira dos Santos realizada pelo <CEC> - <Centro de Estudos Cinematográficos> em Belo Horizonte, na sala Humberto Mauro. A restrospectiva aconteceu de 06.10.1979 a 16.10.1979.




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