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Cartaz
PINGUINHO DE GENTE

Outras remetências de título:
UM PINGUINHO DE GENTE
Categorias
Longa-metragem / Sonoro / Ficção

Material original
35mm, BP, 105min, 3.200m, 24q, 1:1'37

Data e local de produção
Ano: 1949
Início de filmagem: 1947.04.22
País: BR
Cidade: Rio de Janeiro
Estado: DF


Certificados
Censura Federal A-07823, emitido em 17 de novembro de 1982, válido até 17 de novembro de 1987, classificação Livre.Certificado de Autorização Especial, do Concine LM-01/82, de 13 de maio de 1982.Recensurado em 05.09.1960, 100m, 6 cópias, trailer.Recensurado em 04.10.1960 com o número 52.491.
Data e local de lançamento
Pré-lançamento: 1949.10.02
Local de pré-lançamento: Rio de Janeiro
Sala(s): São Luiz


Circuito exibidor
Lançado no Rio de Janeiro no Império, no Rian, no Carioca e no Eldorado.
Lançado em São Paulo a 10.04.1950.
Sinopse
"Como era linda aquela boneca! Dentro da vitrina da casa de brinquedos, assemelhava-se a uma pequena rainha. Sua principal escrava, enfeitiçada pela beleza daquele ser inanimado, vinha sempre olhá-la, adorá-la através do vidro frio. Mas Nini sabia que jamais poderia possuir a boneca. Pois se, em sua casa pobre, muitas vezes sua mãe, curvada dia e noite à máquina de costura, nem sempre podia arranjar o necessário para a alimentação. Maria Lúcia conhecia o ardente desejo da filhinha. Embora a pobreza que a rodeava, ela também ainda era jovem e já havia tido muitos sonhos e desilusões. Agora, era preciso antes de tudo pensar no pagamento do aluguel, saber como iria desculpar-se ante a dona da casa, que dentro de breves instantes, talvez, reclamaria pela centésima vez o aluguel. Sim, um dia poderia satisfazer o desejo de Nini." (AG/50 CIN)
Gênero
Drama
Termos descritores
Criança; Brinquedo; Pobreza
Prêmios
Melhor ator de 1949 concedido a Duarte, Anselmo pela revista A Scena Muda.
Produção
Companhia(s) produtora(s): Cinédia S.A.
Produção: Gonzaga, Adhemar
Direção de produção: Rocha, Manoel

Produção - Dados adicionais
Gerente de produção: Rocha, Manoel

Argumento/roteiro
Argumento: Abreu, Gilda de
Adaptação: Abreu, Gilda de


Direção
Direção: Abreu, Gilda de
Assistência de direção: Lester, Arlete
Coreografia: Lindberg, Yuco

Fotografia
Direção de fotografia: Castro, Afrodisio P.
Assistência de fotografia: Stamato, Guilherme

Som
Direção de som: Braga Jr., Luiz

Montagem
Montagem: Lounine, Nicolas; Lester, Arlete; Abreu, Gilda de

Direção de arte
Cenografia: Lindberg, Yuco

Dados adicionais de direção de arte
Montagem de cenário: Lounine, Nicolas
Maquiagem: Rzepecki, Eric

Música
Música: Varetto, Ercole

Canção
Título: Senhor do Bonfim;
Autor da canção: Celestino, Vicente;

Título: Sonho do Natal
Autor da canção: Abreu, Gilda

Identidades/elenco:
Barros, Isabel de (Nini)
Nunes, Vera (Maria Lucia, mãe de Nini)
Delor, Lúcia (Mathilde)
Ferraz, Violeta (D.Mimosa, dona da pensão)
Marzullo, Antonia (Tia Velha (mais moça))
Silva, Palmira (Tia Velha)
Oliveira, Jacy de (Empregada Benedita)
Salaberry, Mário (Tito)
Duarte, Anselmo (Luiz Antônio, médico)
Martins, Domingos (Julinho)
Guimarães, Guilherme
Cataldo, Luiz
Galeno, Roberto
Gomes, Rodney (Outro garoto menor)
Leite, Ferreira (Oficial de Justiça)
Policena, José (Avô Avellar)
Ferreira, Armando
Rocha, Manoel (Garçon)
Duval, Roberto (Mau Caráter)
Soares, Affonso (Vendedor na livraria)
Costa, Maria (Empregada dos Avellar)
Prates, Nino
Franco, Almeida
Vieirinha
Varetto, Marga
José, Ivan
Rosada, Arlette
Carlos, Walter
Santos, Noêmia
Monteiro, Manoel
Magalhães, Gilda Maria Botelho
Lindberg, Yuco (Arlequim)
Loreida, Helga (Fada)
Gray, Dennys (Palhaçinho)
George, Zaquias (Baiana)
Rzepecki, Erik (Varredor)
Yanakiewa, Juliana (Pastora Luiz XV)
Narração:
Almeida, Alfredo

Conteúdo examinado: S
Fontes utilizadas:
CB/Transcrição de letreiros-Cat
AG/50 CIN
Certificado de Censura Federal
CENS/I
FCB/FF
ALSN/DFB-LM
Fontes consultadas:
AV/ICB
ACPJ/I
CS/FF
Observações:
Críticas: "A direção do trabalho representa mais uma vitória para Gilda, confirmando assim, de modo indisfarçável, as qualidades que possui no difícil mister, evidenciadas que foram quando apresentou 'O Ebrio'. 'Um pinguinho de gente' está, pois, fadado a grande sucesso, conhecidas como já a capacidade de direção e o estilo usado pela autora em seus trabalhos, sempre explorando o lado humano. O romance é bonito, escrito com sentimento. É uma deliciosa história de amor em que o coração fala acima de tudo, deixando patente, através de uma dolorosa renúncia, que o amor não necessita de ser correspondido para que exista. 'Pinguinho de gente' é, pois um filme que fará sucesso, porque tudo possui para isso - desde o seu enredo, sua interpretação, sua cenografia, quer de ambiente quer de cenas de rua, sua fotografia, seu som, tudo é muito bom." (Jornal do Brasil, 5 de outubro de 1949, in AG/50 CIN) "(...) Assim é o filme; banal, servindo-se das situações de novela, de uma inexpressividade mórbida, procurando distrair a atenção para números de palco que mostram nossa falta de recursos e de artistas, com um Natal que nem mesmo é o nosso. Gilda de Abreu só teve um mérito neste filme: mostrar que se pode fazer filmes mais limpos, do que as 'chanchadas' ou as pretenções de um Freda ou de Bernoudy. Ela atingiu o alvo, como já o fizera com 'O Ebrio', isto é, público para a bilheteria. Mas faltou atingir nível melhor diante dos que aguardam que possamos fazer cinema de verdade, em vez de teatro filmado, de novela radiofônica em imagens, de levar o filme para um caminho perigoso e que não pode ficar como um passo dentro da indústria." (Pedro Lima, Diário da Noite, outubro de 1949, in AG/50 CIN)
ACPJ/I acrescenta ao elenco <Matos, Estevão>; <Magalhães, Jurema>; <Grijó Sobrinho> e <Oliveira, Sérgio>.
Distribuído em São Paulo pela Cinematográfica <Polifilmes> em 1960.




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