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COISAS NOSSAS

Outras remetências de título:
COUSAS NOSSAS
Categorias
Longa-metragem / Sonoro / Ficção

Material original
35mm, BP, 24q, Vitaphone

Data e local de produção
Ano: 1931
País: BR
Cidade: São Paulo
Estado: SP


Data e local de lançamento
Data: 1931.11.23
Local: São Paulo
Sala(s): Rosário


Circuito exibidor
Exibido em Porto Alegre a 11.01.1932, no Imperial; a 15.01.1932 no Apollo e a 21.01.1932 no Avenida.
Cinearte, 13.01.1932 anuncia exibição em Ribeirão Preto, no Paratodos (na inauguração do cinema), e no número de 11.05.1932 exibições em Porto Alegre, no Carlos Gomes, no Politeama, no Avenida e no Guarani.
Exibido em Curitiba a 20.02.1932, no Avenida e no Palácio.
Exibido em Fortaleza a 29.11.1932, no Moderno.
Exibido no Rio de Janeiro a 30.11.1931, no Eldorado.
Exibido em São Paulo de 23 a 29.11.1931, no Rosário; de 30.11 a 06.12, no Paratodos; de 07 a 09.12, no São José; de 07 a 13.12, no Coliseu; de 10 a 11.12, no Moderno; de 11 a 13.12, no Santo Antônio; de 14 a 16.12, no Glória; de 14 a 20.12, no Alhambra; a 16.12, no São José; a 21.12, no Santo Antônio; de 22 a 23.12, no Oberdan; a 27.12, no Iris; de 29 a 30.12, no Cambuci. Em 1932, de 05 a 07.01, no Astúrias; de 06 a 07.01, no Paraíso e a 07.02, no Moderno.
Sinopse
O primeiro longa brasileiro realizado através do "único sistema verdadeiro" de filme sonorizado. Musical inspirado nas produções de Hollywood, apresentando aspectos de um Brasil dos anos 20 e início dos 30. Satiriza alguns conflitos urbanos: dois amigos, após uma discussão, decidem fazer juntos uma serenata para uma namorada em comum, mas acabam trocando tapas durante os preparativos, depois de um trapacear o outro. Um bêbado é encarregado de cortar o cabelo do filho de um cliente em uma barbearia, enquanto o cliente e o dono do estabelecimento conversam sobre a vida: a situação termina em grande confusão pelo péssimo serviço feito na cabeça do menino. Dois compadres se encontram para conversar e contar uns "causos" depois de um deles ter sido impedido de tocar suas músicas no hotel onde se hospedava, na cidade. Também é tratada a condição do negro escravo. (Resumo a partir de descrição da trilha sonora original, in: AJP/CN-VPMB)
Gênero
Comédia; Musical
Descritores secundários
Rádio; Música Popular
Produção
Companhia(s) produtora(s): Byington e Cia.
Produção: Downey, Wallace

Direção
Direção: Downey, Wallace

Fotografia
Câmera: Lustig, Rodolfo; Kemeny, Adalberto

Som
Sonografia: Fenelon, Moacyr

Identidades/elenco:
Lara, Zezé
Redondo, Jaime
Cunha, Corita
Paraguaçu
Ferreira, Procópio
Macedo, Stefania
Oliveira, José
Carvalho, Helena Pinto de
Gaó
Arruda, Sebastião
Calazans e Rangel
Pilé
Batista Jr.
Pascuma, Arnaldo
Tavares, Napoleão
Zezinho
Biolo, Nenê
Piolin
Camargo, Alzirinha

Conteúdo examinado: N
Fontes utilizadas:
MRG/CCP
JCB/OESP
Cinearte
A Scena Muda, n. 558, 01.12.1931
JCB/Chan
CEPA/CBCP, citando Gazeta do Povo, Curitiba, 20, 24 e 25.02.1932 e de 23.06.1932
JRT/MPTC
ABL/FEC, p.433
AJP/CN-VPMB
Fontes consultadas:
AV/ICB
ACPJ/I
CS/FCB
ACPJ/75
ACPJ/CB: 1906-1968
JN/Imigrantes - Americanos I
Observações:
Sessão para a imprensa a 21.11.1931, no Rosário.
JN/Imigrantes - Americanos I informa que Downey "usou o equipamento dos discos Columbia (...)".
CEPA/CBCP informa que trata-se do "primeiro filme brasileiro no sistema Vitafone", e citando Gazeta do Povo de 23.06.1932 acrescenta "(...) produção sonora, cantada e dansada (...)".
CS/FCB informa que a fita era "totalmente falada" sem especificar o processo; Cinearte, 18.11.1931, indica "primeiro filme filmado e gravado ao mesmo tempo no Brasil", sem tampouco especificar o processo técnico.
A Scena Muda informa tratar-se do "1§ film fallado e cantado por brazileiros, feito no Brazil (...)".
JCB/Chan comenta: "Inaugura no Brasil o filme revista e marca o início do relacionamento rádio-cinema, tornando-se pioneiro de um filão importante que se desenvolveria nos anos 30 no Rio de Janeiro".
Crítica negativa em Cinearte, 15.09.1933.
ACPJ/I informa direção e argumento de <Downey, Wallace>; direção de fotografia de <Kemeny, Adalberto>; <Lustig, Rodolfo> como câmera; música de <Carvalho, Joubert de>, <Rosa, Noel> e <Tupinambá, Marcelo>; canção <Não me perguntes>, <Tarde Sertaneja> e <Três Lágrimas>. Ao elenco acrescenta <Alves, Francisco>, <Almeida, Guilherme de>, <Jararaca> e <Ratinho>, <Justo>, <Batista, Dircinha>, <Biolo, Nenê> e <Príncipe Maluco>.
Cinearte, 16.12.1931, acrescenta ao elenco <Alencar, Ronaldo de>.
A Scena Muda, 01.12.1931, acrescenta a participação do <Jazz da Columbia> e <Almeida, Guilherme de>.
CEPA/CBCP escreve, citando Gazeta do Povo de 24.02.1932, "(...) grandiosa revista nacional filmada pela Casa Byington e Cia., de São Paulo. COISAS NOSSAS, genero Paramount em 'grande gala', em que tomam parte os melhores artistas do palco brasileiro (...)".
JCB/Chan informa que <Byington Jr., Alberto> era diretor da Columbia em São Paulo e tentaria mais tarde reeditar o grande sucesso deste filme com o projeto fracassado COISAS NOSSAS DE 1935" e que <Sganzerla, Rogério> "fez uma referência direta ao filme em trecho de <BANDIDO DA LUZ VERMELHA, O> cortado pela censura".
ACPJ/75 e ACPJ/CB: 1906-1968 indicam <Byington Jr., Alberto> como produtor.
Conforme JN/Imigrantes - Americanos I, "a câmara Bell-Howell, de <Downey, Wallace>, aparece no trailer de COISAS NOSSAS/1930, incluído no documentário <PANORAMA DO CINEMA BRASILEIRO>/1968".
AJP/CN-VPMB informa: câmeras <Bell e How> tipo sonoro; lâmpadas para internos <Kgiels-Bross> e <Filme Pancromático Dupont>.
Fotografias: Cinearte, 28.10 e 02.12.1931; Diário Nacional: 22.11.1931; A Scena Muda, 01.12.1931; JN/Imigrantes - Americanos I; JN/Imigrantes - Húngaros I.
Ilustrações: O Estado de São Paulo, 08.11 e 17.12.1931.




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